Adoptar um animal abandonado dá direito a desconto nos impostos!
Além de ser considerado um ato de grande carinho, adoptar um animal de rua traz benefícios tanto aos “pais” quanto aos animais, que recebem um lar e, em retribuição, oferecem amor e gratidão.
Na Itália, até mesmo o bolso de quem leva para casa um bichinho pode ser recompensado, já que quem adota ganha um desconto num imposto do lixo.
A Câmara de vereadores da pequena cidade de Mascalucia, na região da Sicília, aprovou um projeto que garante desconto de 50% na taxa de recolha de lixo de pessoas que oferecem casa, alimentação e cuidados a animais que estão em abrigos da câmara. O benefício é válido por até três anos depois da data da adoção.

Apesar de reduzir a arrecadação de impostos, a medida é considerada atraente ao município, que deixa de gastar com a manutenção de canis e abrigos de animais de rua.
Além de Mascalucia, Solário, Ligúria, Sardenha, entre outras cidades da Itália, também oferecem incentivos fiscais a que adopta um animal de rua.
Não seria nada mal pensado começar a pensar-se no mesmo para Portugal. Uma adopção responsável e com alguns benefícios fiscais, faria com toda a certeza reduzir o número de animais abandonados que vemos pelas ruas de Norte a Sul do país. Fica a dica.
1 comentário
Em Portugal fazem-se inúmeras campanhas de sensibilização para adopção de animais, mas não criam incentivos, antes pelo contrário. Adoptei uma cadela que havia sido abandonada, levei-a de imediato a um veterinário, já está desparasitada, vacinada, chip, etc..
Para além dos custos da ração, ganhou um lar e o carinho de todos nós.
No entanto, quando fui à Junta de Freguesia informar-me sobre o registo do animal, informaram-me que para além do registo tem de se pagar uma licença anual de 6,50 euros. Perguntei se era este o incentivo para retirar os animais da rua e a simpática funcionária (que nada tem a ver com isto, ressalve-se), disse-me mais: Por acaso a cadelinha ainda não tem um ano. Se tivesse 4 ou 5 anos teria de pagar licença desde o seu nascimento.
Creio que não preciso de acrescentar mais nada.
Cumprimentos
Manuel Silva