Construtores esbarram em algo duro enquanto escavavam, o que eles encontram é incrível.

Recentemente, alguns pesquisadores encontraram um antigo cemitério de baleias, que foi desenterrado nas proximidades da estrada Pan-Americana, no Chile. Este “tesouro ósseo” foi descoberto por construtores civis.

Imediatamente, anunciaram aos cientistas que haviam desenterrado o esqueleto de mais de 40 animais marinhos, incluindo duas focas, uma preguiça aquática e uma espécie extinta de cachalote. Os cientistas acreditam que estes ossos já estejam lá há mais de 10.000 anos. Os paleontólogos chilenos e do instituto Smithsonian estão estudando vários esqueletos de baleias fossilizadas no Cerro Ballena, também conhecida como “Colina das baleias”, próxima à estrada Pan-Americana na região de Atacama, no Chile.

O local está muito longe do oceano e há cerca de 120 metros acima do nível do mar.

Os paleontologistas estimam que os esqueletos têm entre 6 e 9 milhões de anos. Os cientistas acreditam que os ossos estão lá enterrados há mais de 10.000 anos, sendo este um dos maiores locais do planeta a guardar fósseis de animais marinhos.

Os esqueletos estão bem preservados em quatro níveis distintos. “A maioria dos animais estava de barriga para cima, sugerindo que morreram no mar ou pouco depois de encalharem na praia”, disse Nick Pyenson, responsável pelos fósseis de mamíferos marinhos do Museu Nacional de História Natural do instituto Smithsoniano.

Os fósseis das baleias passaram por varredura de superfície 3D de médio alcance, a fim de criar um registo digital da organização óssea dos esqueletos. Os dados 3D permitem a impressão de réplicas dos ossos, que serão enviadas aos museus.

Os cientistas rotularam o local, Cerro Ballena, como um tesouro paleontológico a par com o “Rancho do Poço de Piche de La Brea”, na Califórnia e o “Monumento Nacional das Pegadas de Dinossauro” em Utah.

Adam Metallo, à esquerda, e Vince Rossi, do Laboratório do Programa de Digitalização do Instituto Smithsoniano, utilizam um laser de alta resolução e scanners a laser de médio alcance para documentar no site Cerro Ballena, um dos mais completos fósseis de baleia do mundo. Ao fundo, o paleontólogo Smithsonian Nick Pyenson revê dados em seu laptop enquanto o grupo trabalha à noite em uma tenda próxima à Rodovia Pan-Americana, no Chile.

Isso definitivamente faz você se perguntar “como foram esses esqueletos de baleias encontrados a 120 metros acima do nível do mar?”. Eu me pergunto: o que mais está por aí esperando para ser descoberto?


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