Lavas as tuas roupas íntimas durante o banho? Vais arrepender-te depois de saberes isto!

As roupas íntimas, tanto para mulheres como dos homens, são peças mais delicadas que exigem uma atenção especial durante a lavagem e manutenção. Isso porque, se forem feitas de forma indevida, as peças poderão oferecer riscos para a saúde da região genital. Logo, é necessário atribuir alguns cuidados na hora de usar, lavar e guardar.

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Enquanto tomamos banho é comum aproveitarmos para lavar as peças íntimas, em especial as mulheres, e não há nenhum problema com esse hábito.

A água quente faz com que as fibras do tecido amoleçam, facilitando a eliminação da sujidade e higienização, já que o calor pode matar alguns tipos de germes mais sensíveis.

No entanto, utilizar sabonetes convencionais não é o mais recomendado. Segundo especialistas, o ideal é manter uma barra de sabão neutro ou de coco na casa de banho que terão apenas essa finalidade.

Agora, se depois de lavar a peça a estende no chuveiro ou noutra área da casa de banho para secar, saiba que essa atitude é incorreta.

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Por ser um ambiente húmido e quente, a casa de banho costuma abrigar uma quantidade maior de fungos do que qualquer outra região da casa.

Logo, deixar a roupa íntima a secar no chuveiro pode fazer com que se tornem foco de bactérias e microrganismos diversos. Um deles é o fungo Candida albicans, causador da candidíase.

Assim, após lavá-las, leve-as para secar num ambiente arejado e use o ferro de passar roupa antes de vesti-las.

Como qualquer outra peça mais delicada, as peças íntimas devem ser lavadas de forma separada e fora das máquinas de lavar. Isso porque, normalmente, elas também são utilizadas para lavar outros tipos de roupas sujas, incluindo as toalhas, que carregam restos de pele e bactérias.

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Logo, o essencial é que isso seja feito por meio de sabão neutro ou de coco, conforme mencionado acima, ou produtos mais específicos.

Nunca se deve usar amaciadores ou qualquer outra substância que possa impregnar no tecido.

Qualquer uma delas podem acabar por desencadear reações adversas na área íntima, podendo evoluir para problemas mais graves ou gerar confusão em sintomas dermatológicos ou ginecológicos.

Fonte: Jornal Ciência

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