A mãe descobriu que o seu filho fazia bullying a uma menina…a sua reacção foi chocante!

O bullying é um acto de violência física ou psicológica intencional e repetido, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos, causando dor e angústia e sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder.

O bullying é um problema mundial, sendo que a agressão física ou moral repetitiva deixa sequelas psicológicas na pessoa atingida.

Quando uma mãe de 30 anos descobriu que seu filho Jacob estava a fazer bullying com uma menina na escola, ela ficou extremamente chocada e chateada e teve uma reacção chocante. Para puni-lo, ela identificou o seu filho numa publicação do Facebook.

Vê o que esta mãe escreveu!

buling

“É absolutamente repugnante que o meu filho de 12 anos tenha achado normal pisar propositadamente no pé uma menina nova na escola e torcer o pé dela com tanta força que acabou quebrando seus sapatos novos. Eu vou te dizer uma coisa Jacob, se você voltar a ter uma atitude de bullying com ela ou qualquer outra criança, eu vou pessoalmente entregá-lo aos pais da vítima, para que você seja humilhado pelo tempo que eles bem entenderem… E diga adeus ao seu dinheiro de aniversário, já que você irá comprar um novo par de sapatos e um buquê de flores para a menina! #nadadebullyingnaminhacasa”

Mais de 55.000 pessoas gostaram do seu post. Porém, como é habitual, estas palavras deram início a um debate caloroso na secção de comentários: “Tadinho de seu filho. Isto irá traumatizá-lo para sempre. Ele comete um erro aos 12 anos e agora isso estará para sempre online, para que todos possam ver…”. Um outro usuário diz: “Fazer isto com seu filho no Facebook é também uma espécie de bullying. Ele provavelmente aprendeu isso com você. Pena que você não percebe isso.

Para responder a estes comentários, a mãe actualizou o seu post e removeu a marcação do seu filho. Ela também adicionou este texto:

Actualização: Para responder a algumas perguntas. Sim, meu filho pode ver o que eu escrevi, ele foi marcado antes do meu post se tornar viral (o que eu não sabia que ia acontecer). Eu fiz isso para que seus amigos pudessem ver que suas acções têm consequências. Ele não é grande, inteligente, durão ou engraçado. Ele é um rapaz de 12 anos, que precisa obedecer a sua mãe. Eu não me importo muito com quem não concorda com o tipo de educação que eu lhe dou. Meu filho humilhou e atormentou uma menina, independentemente das suas razões (ele justificou dizendo que não pretendia quebrar o sapato e pensou que ela apenas iria tropeçar e cair), aquela menina chorou. Talvez aquela menina tenha saído da sua antiga escola porque ela estava sendo vítima de bullying… Então imagine quanto mal, o ato ridículo do meu filho pode lhe ter feito. Então, a minha ideia de envergonhá-lo on-line não é nada em comparação com a humilhação que a menina teve de enfrentar andando com um sapato quebrado e com os olhos vermelhos de tanto chorar.”

No fim, a mãe concluiu:

“OBS: é claro que eu sentei com ele e conversei sobre o seu comportamento. Eu não apenas o marquei num post para ele ler! Eu estou confiante de que esta situação foi um ato isolado e que isso não irá se repetir.”

Eu não sei o que eu faria se minha mãe fizesse algo parecido comigo quando eu tinha 12 anos! O tipo de educação de cada família é diferente, mas alguns estão dizendo que esta mãe foi longe demais com a humilhação pública de seu filho.

O que é que tu achas? Partilha estes pensamentos com a tua família e amigos!


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2 comentários

    • Cristina Oliveira on 26 de Junho de 2016 at 17:47
    • Responder

    Acho que o que a mãe fez foi correto. O filho tinha de se aperceber do mal que tinha feito e, nos tempos que correm, essa era a maneira correta de o fazer.
    Quando eu era miúda, os nossos pais faziam o mesmo, se bem que com outros meios (não havia sites nem computadores). Os nossos maus atos eram expostos face aos nossos amigos, familiares e vizinhos.

    • Jose Figueiredo on 26 de Junho de 2016 at 20:48
    • Responder

    Se todos os pais tomassem uma posição dura, provavelmente, não existia a falta de educação e respeito, por colegas, professores e autoridades.

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