ÚLTIMA HORA: Revelados documentos das contas offshore da família Sócrates!

Com a assinatura da Senhora D.ª Elvira Fernanda Pinto da Silva Monteiro, tia de José Sócrates, é criada uma Sociedade ou Conta Offshore com o tio Júlio Coelho Monteiro (aquele da casa de Cascais…) e os primos. Agora basta movimentá-la em qualquer cidade do Mundo com um vulgar cartão. O dinheiro depositado não recebe juros, pelo contrário, tem encargos. O montante pode ir para um banco alemão que empresta a Portugal a 5% ou mais…

OFFSHORE EM NOME DA FAMÍLIA DE JOSÉ SÓCRATES (clique nas imagens para ampliar)

1 – O CONTRATO

2 – DECLARAÇÃO DA TRUST SOBRE OS TÍTULOS

3 – UM EXTRACTO BANCÁRIO DO BNC INTERNATIONAL (CAYMAN) LTD

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NO DIÁRIO DE  NOTICIAS… 13 março 2009

“Documentos foram colocados no ‘site’ Fórum Nacional.

São 67 páginas de documentos bancários de Celestino Monteiro, irmão de Júlio Monteiro, ambos tios de José Sócrates, que Mário Machado, colocou na Internet. Os papéis publicados vão desde os certificados de constituição de uma offshore até aos movimentos bancários efectuados durante alguns meses do ano de 2001. Entre compra e venda de acções, o valor global das transacções do tio materno do primeiro-ministro ultrapassou os cem milhões de euros.”

Como podem constatar no artigo que se segue, vários jornais divulgaram os dados, em 2009, mas actualmente os links foram desviados ou apagados. Caprichos da democracia!

Refreshing: Caso Freeport, contas offshore, família Monteiro, José Sócrates

15 de Março de 2009

Na passada 4ª feira, 11 de Março, Mário Machado avança no Forum Nacional a publicação de 75 páginas de “documentos originais e inéditos, nunca antes revelados e que todos andam à procura, uns para os queimar, outros para subirem nas suas miseráveis vidas de lacaios dos nossos governantes corruptos esquecendo-se deles numa qualquer gaveta à espera que prescrevam”, respeitantes a vários familiares maternos (tios e primos) de José Sócrates e relativos a transacções e contas offshore que transcendem a centena de milhar de euros em poucos anos (2000 a 2001), envolvendo o então Banco Nacional de Crédito actual Banco Popular;

Passados dois dias, o Diário de Notícias é o primeiro jornal a repercutir esta publicação, onde Mário Machado conta que os documentos lhe foram deixados à porta de casa, embrulhados num cobertor, sendo que está “preparado para assumir todas as consequências que a publicação dos documentos possa envolver”;

Na mesma notícia, Paulo Frutuoso do Banco Popular, esclarece que os documentos em causa são correspondência remetida aos clientes, pelo que o banco não incorre em quebra de sigilo bancário;

A Procuradoria-geral da República, segundo a SIC, irá analisar a questão, deixando claro que não tem conhecimento oficial dos referidos documentos e que os mesmos não se relacionam com o Caso Freeport nem com outros em curso no Ministério Público;

Em simultâneo, a TVI destaca que as autoridades Inglesas vão expedir para Portugal documentação respeitante a “transferências bancárias internacionais, entre todas as contas bancária tituladas ou co-tituladas pela empresa Freeport no Reino Unido com destino a Portugal ou a «offshores». A documentação crucial abrange o período de Janeiro de 2001 até Dezembro de 2002 e poderá permitir a identificação dos fluxos financeiros efectuados para alegados pagamentos corruptos. A TVI sabe que, para os ingleses, o Primeiro-ministro José Sócrates continua a ser o principal suspeito.”;

No dia seguinte (14 de Março), o Correio da Manhã publica online publica que “estes papéis terão sido roubados da casa de Lisboa de Celestino por uma pessoa conhecida dos filhos. No entanto, como as contas já não existem, revelou fonte próxima da família, não será apresentada queixa para esquecer o assunto.”.

Nota: para consultar os documentos divulgados por Mário Machado aceda ao tópico em debate no Forum Nacional, ou visite o CC&Cª Registos onde foi publicado um índice com os links disponibilizados no mesmo Forum.

Tio movimentou 100 milhões

“Contas feitas, em algumas dezenas de páginas de extractos bancários, as transacções do tio materno do Primeiro-ministro ultrapassam os 100 milhões de euros.

Nos documentos de constituição das empresas offshore são ainda indicados os nomes de diversos membros da família Monteiro: Celestino Júlio Coelho Monteiro, Elvira Fernanda Pinto da Silva Monteiro, Carlos César Pinto da Silva Coelho Monteiro, Diana Olímpia Pinto da Silva Coelho Monteiro, Júlio Eduardo Coelho Monteiro, Nuno Miguel Carvalho Monteiro, Hugo Eduardo Carvalho Monteiro e Helena Rute Carvalho Monteiro.”

Fonte: Direita politica.com


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